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Sites reclassificados por província. Somente aqueles em que a localização importa (como empreiteiras, dentistas ou restaurantes) estão presentes. Não estão presentes, por exemplo, lojas online atendendo todo o Japão.

Aichi 159
Chiba 23
Fukui 3
Fukuoka 1
Gifu 45
Gunma 55
Hiroshima 3
Hyogo 9
Ibaraki 6
Ishikawa 5
Kanagawa 28
Kyoto 3
Mie 35
Nagano 23
Nara 1
Niigata 3
Okayama 1
Okinawa 6
Osaka 24
Saitama 37
Shiga 13
Shimane 1
Shizuoka 90
Tochigi 17
Tokyo 96
Toyama 1
Yamaguchi 1
Yamanashi 6

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Como está o comércio eletrônico na comunidade?

Com o preço da fabricação de um site de e-commerce descendo, hoje fica cada vez mais fácil ingressar nesse mercado.

“Hoje a gente encontra site até de 40 mil ienes”, diz Roberto Tongu, especialista do setor de Informática. Formado pela Universidade de São Paulo, ele está no Japão há 15 anos. Trabalhou a maior parte desse tempo na Motorola japonesa e agora presta serviço através de empresa própria. Internet é a especialidade dele.

“Meu ganha pão está fora da comunidade. Está com os japoneses. Foi assim que planejei desde o começo. Mas explicando de uma maneira mais fácil, o coração é brasileiro. Emocionalmente, eu gostaria de fazer alguma coisa pela comunidade. Foi aí que comecei a pensar. Como está a Internet na comunidade? Quantos sites relacionados aos brasileiros existem? Qual é o site, por exemplo, mais acessado pelos brasileiros no Japão? Um pergunta bastante básica, mas a resposta não existia”, comenta.

Foi através dessa curiosidade pessoal que Roberto Tongu produziu o Web-Town, uma homepage que classifica hoje cerca de 900 sites. Todos eles relacionados à comunidade. Ele diz que ainda tem mais de cem esperando pelo cadastro. “Como o preço de fabricação de um site de e-commerce descendo, está cada vez mais fácil ingressar nesse mercado. Outro fator é que todo mundo está percebendo que a tendência é você migrar para a Internet. Ao invés de você fazer uma loja real, você faz uma loja na Internet. Então, devido a esses dois fatores, o mercado tem crescido bastante”, analisa.


Mas por outro lado, o número de sites que morrem também é muito grande. Segundo Tongu, a estimativa é de que daqui a um ano, 20% dos sites cadastrados no Web-Town vão estar fechados. “Existem casos interessantes. Tem alguns que morrem antes da aprovação”, exemplifica.

E quais os problemas? Segundo Tongu, um deles é o tráfego, é fazer as pessoas visitarem seu site. O outro é transformar o tráfego em vendas. “Muita gente acha que o site vai estar trabalhando para ele enquanto ele não faz nada. Na verdade, é mais difícil do que ter uma loja real, porque loja real, se você tiver um ponto bom, quem passar na frente vê o estabelecimento, mesmo que você não faça propaganda. Isso não existe na web. Você tem que, necessariamente, fazer alguma coisa para atrair o pessoal”, explica.

Roberto Tongu aconselha os futuros comerciantes a alocar verba para puxar o acesso, construir conteúdo de maneira constante e colocar o nome do responsável, o endereço físico, a política de devolução e um número de telefone fixo. “Se o lojista quiser ganhar a confiança do consumidor, acho que ele tem que faer isso”, comenta.

(parte de artigo da revista Folha E, edição 49, Fev/2009, página 34; nas lojas da comunidade em 30/Jan/2009)

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